Paulo Veronesi Pavesi
"Paulinho"
www.combater.org
Toda vez que leio
a história do Paulinho, não consigo acreditar que um ser humano possa ter a
coragem de cometer um ato tão vil com uma criança de apenas 10 anos e ainda
partindo de médicos que por vocação e juramento deveriam defender a vida. Mas
os médicos que mataram o Paulinho cometeram este ato por dinheiro!
Eu me identifico
muito com o meu amigo Paulo Pavesi (pai do Paulinho), pois perdemos filhos com a
mesma idade. O Paulo é um pai herói, que lutou pela verdade, contra uma
máfia que esta ai até hoje, mesmo instaurada a CPI do Tráfico de Órgãos,
que comprovou os fatos sem sombra de duvida, nada foi feito! Os médicos que cometeram este ato criminoso
estão hoje trabalhando normalmente, como se nada tivesse ocorrido!
Absolutamente impunes! Por isso
dedico esta página ao Paulinho, pois esta história tem que ser contada!
Elizabeth
Metynoski

Conheça a História do Paulinho:
1.Diagnóstico
de morte encefálida - A FARSA.
2.Sem
morte encefálica - MAIS MENTIRAS.
3.Anestesia
geral em doador - MENTIRAS E HOMICÍDIO.
4.A
extorsão com falsificações.
5.A
escala de Glascow.
6.A
auditoria do Caso Paulinho.
7.Auditoria
MG - TRANSPLANTES.
8.
Carta
Capital.
9.Administrador
do hospital foi assassinado?
10. Videos:
11. Os Envolvidos:
Pessoas
e/ou autoridades responsáveis
pelos
fatos denunciados
Abaixo
as autoridades que
receberam estas denúncias e optaram pela
omissão,
conivência, desprezo e completo descaso.
Todos
tinham poderes para que os crimes
não
fossem repetidos, mas nada fizeram.
|
PROCURADORIA
GERAL DA REPÚBLICA - MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO
|
|
Procurador Geral da Repúbica: |
Geraldo Brindeiro
|
|
Sub-Procurador
Geral da República:
|
José
Roberto Figueiredo Santoro
|
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Procuradora
Fed. Dir. Cidadão:
|
Maria
Eliane Menezes de Farias
|
|
Procuradora
Fed. Dir. Cidadão-Adjunta:
|
Raquel
Elias Ferreira Dodge
|
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|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO FEDERAL DE MINAS GERAIS
|
|
Procurador
Federal da República:
|
José
Jairo Gomes
|
|
Procurador
Federal da República: |
Adailton
Ramos do Nascimento |
|
Procurador
Federal da República: |
Eduardo
Morato Fonseca |
|
Procurador
Federal da República: |
Giovanni
Morato Fonseca |
|
Procurador
Federal da República: |
Juliano
Stella Karam |
|
Procuradora
Federal da República: |
Zani
Cajueiro Tobias de Souza |
|
Procurador
Federal da República: |
Felipe
Peixoto Braga Netto |
|
Procurador
Federal da República: |
José
Adércio Leite Sampaio |
|
Procurador
Federal da República: |
Raimundo
Candido Junior |
|
Procuradora
Federal da República: |
Laene
Pevidor Lanca |
|
Procuradora
Federal da República: |
Isabela
de Holanda Cavalcanti |
|
Procuradora
Federal da República: |
Cibele
Benevides G. da Fonseca |
|
|
|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO REGIONAL DE SÃO PAULO
|
|
Procuradora
Regional Federal:
|
Elizabeth
Kablukow Bonora Peinado
|
|
Procuradora
Regional Federal:
|
Ana
Lúcia Amaral
|
|
|
|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO FEDERAL DE SÃO PAULO
|
|
Procurador
Federal da República:
|
Dênis
Pigozzi Alabarse
|
|
Procurador
Federal da República:
|
Luiz
Fernando Gaspar Costa
|
|
|
|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO FEDERAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO
|
|
Procurador
Federal da República: |
Márcio
Schusterschitz da Silva Araújo |
|
|
|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO FEDERAL DE SANTO ANDRÉ
|
|
Procuradora
Federal da República: |
Ryanna
Pala Veras |
|
|
|
|
MINISTÉRIO
PÚBLICO ESTADUAL DE MINAS GERAIS
|
|
Promotor: |
Renato
Maia |
|
Promotor: |
Sidney
Boccia |
|
Promotor: |
Fabrício
José da Fonseca Pinto |
|
|
|
|
MINISTÉRIO
DA JUSTIÇA
|
|
Ministro
da Justiça: |
Márcio
Thomaz Bastos |
|
Chefe
do Gabinete do Min. da Justiça: |
Sérgio
Sérvulo da Cunha |
|
|
|
|
POLÍCIA
FEDERAL DE VARGINHA
|
|
Delegado
de Polícia Federal: |
Sebastião
Pujol |
|
Delegado
de Polícia Federal: |
Célio
Jacinto dos Santos |
|
Delegado
de Polícia Federal: |
Gilmar
Dias |
|
|
|
|
POLÍCIA
CIVIL DE POÇOS DE CALDAS
|
|
Delegado
de Polícia: |
Juarez
Vinhas |
|
Delegado
de Polícia: |
Lacy
de Souza Moraes |
|
|
|
|
MINISTÉRIO
DA SAÚDE
|
|
Ministro
da Saúde: |
José
Serra |
|
Ministro
da Saúde: |
Humberto
Costa |
|
Assessor
Especial do Ministro: |
Benedito
Nicotero |
|
Assessor
Especial do Ministro: |
Manuelito
Magalhães Júnior |
|
Secretário
de Assistência à Saúde: |
Renilson
Rehem de Souza |
|
Secretário
de Assistência à Saúde: |
José
Gomes Temporão |
|
Coordenador
Nacional de Transplantes: |
Rosana
Nothen |
|
Coordenador
Nacional de Transplantes: |
Alberto
Beltrame |
|
Coordenador
Nacional de Transplantes: |
Diogo
Mendes |
|
|
|
|
GOVERNOS
ESTADUAIS
|
|
Governador
de Minas Gerais: |
Itamar
Franco |
|
Governador
de Minas Gerais: |
Aécio
Neves |
|
Governador
de São Paulo: |
Geraldo
Alckmin |
|
|
|
|
PREFEITURAS
MUNICIPAIS
|
|
Prefeito
de Poços de Caldas: |
Geraldo
Thadeu Pedreira dos Santos |
|
Prefeito
de Poços de Caldas: |
Paulo
Tadeu D'arcadia |
|
|
|
|
SECRETARIA
ESTADUAL DE SAÚDE
|
|
Secretário
de Saúde de Minas Gerais: |
Carlos
Patrício Freitas Pereira |
|
|
|
|
SECRETARIA
MUNICIPAL DE SAÚDE
|
|
Secretário
de Saúde Municipal: |
José
Júlio Balducci |
|
Secretário
de Saúde Municipal: |
Azer
Zenun Junqueira |
|
Auditora
Municipal da Saúde: |
Bernardete
Balducci Scafi |
|
|
|
|
ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS - ABTO
|
|
Presidente:
|
Henry
H. Campos
|
|
Vice-Presidente:
|
José
Osmar Medina Pestana
|
|
1o.
Secretário:
|
Flávio
Jota de Paula
|
|
2o.
Secretário:
|
João
Batista Teixeira Pinto
|
|
1o.
Tesoureiro:
|
Eduardo
Carone Filho
|
|
2o.
Tesoureiro:
|
Walter
Antônio Pereira
|
|
Presidente
(Conselho Consultivo):
|
Elias
David Neto
|
|
Secretário
(Conselho Consultivo):
|
Valter
Duro Garcia
|
|
(Conselho
Consultivo):
|
Luiz
Estevam Ianhez
|
|
(Conselho
Consultivo):
|
José
Roberto Feresin Moraes
|
|
(Conselho
Consultivo):
|
Noedir
Antônio Groppo
|
|
(Conselho
Consultivo):
|
Sérgio
Mies
|
|
|
|
|
CONSELHO
FEDERAL DE MEDICINA
|
|
Presidente:
|
Edson
de Oliveira Andrade
|
|
Membro
do Conselho Federal de Medicina:
|
Clovis
Francisco Constantino
|
|
Membro
do Conselho Federal de Medicina: |
Edevard
José de Araújo |
|
Membro
do Conselho Federal de Medicina: |
Solimar
Pinheiro da Silva |
|
|
|
|
CENTRAL
ESTADUAL DE TRANSPLANTES - MG TRANSPLANTES
|
|
Coordenador: |
João
Carlos Oliveira Araújo |
|
Coordenadora
Regional: |
Aparecida
Maria de Paula |
|
|
|
|
CENTRAL
REGIONAL DE TRANSPLANTES - MG SUL TRANSPLANTES
|
|
Mentor: |
Carlos
Eduardo Venturelli Mosconi |
|
Coordenador: |
Álvaro
Ianhez |
|
|
|
|
ASSOCIAÇÃO
DOS RENAIS CRÔNICOS DE POÇOS DE CALDAS
|
|
Mentor: |
Carlos
Eduardo Venturelli Mosconi |
|
Mentor: |
Álvaro
Ianhez |
|
Presidente: |
Lourival
da Silva Batista |
|
|
|
|
INSTITUTO
PENIDO BURNIER
|
|
Presidente: |
Dr.
Hilton de Mello e Oliveira |
|
Vice-Presidente: |
Dr.
Nilson de Mello e Oliveira |
|
1o.
Tesoureiro: |
Dr.
Leôncio Souza Queiroz Neto |
|
2o.
Tesoureiro: |
Dr.
Eduardo Ren Nakashima |
|
Secretário: |
Dr.
Alberto Gallo Neto |
|
|
|
|
HOSPITAL
PEDRO SANCHES
|
|
Diretor
Clínico: |
Lucas
Neto Barbosa |
|
Diretor
Administrativo: |
Homero
de Abreu Junqueira |
|
|
|
|
HOSPITAL
DA SANTA CASA
|
|
Provedor: |
Martinho
do Prado Luz |
|
Diretora
Clínica: |
Regina
Maria Ciofi Batagini |
|
|
|
|
EQUIPE
DE TRANSPLANTES
|
|
Médico
Nefrologista: |
Álvaro
Ianhez |
|
Médico
Urologista: |
Celso
Roberto Frasson Scafi |
|
Médico
Urologista: |
Claúdio
Rogério Carneiro Fernandes |
|
Médico
Urologista: |
Sérgio
Visoni Vargas |
|
Médico
Urologista: |
Saulo
Zenun |
|
Médico
Urologista: |
João
Alberto Góes Brandão |
|
Médica
Nefrologista: |
Mirtes
Maria Rodrigues Bertozzi |
|
Médico
Urologista: |
Eduardo
Silva |
|
|
|
|
EQUIPE
MÉDICA QUE PARTICIPOU EFETIVAMENTE DO ASSASSINATO
|
|
Médico
Nefrologista:
|
Álvaro
Ianhez
|
|
Médico
Urologista:
|
Celso
Roberto Frasson Scafi
|
|
Médico
Urologista:
|
Claúdio
Rogério Carneiro Fernandes
|
|
Médico
Anestesista:
|
Sérgio
Poli Gaspar
|
|
Médico
Neurologista:
|
José
Luis Gomes da Silva
|
|
Médico
Intensivista:
|
José
Luis Bonfitto
|
|
Médico
Radiologista:
|
Jeferson
André Saheki Skulski
|
|
Médica
Proctologista:
|
Nair
Theodora Smith Chuva
|
|
Médico
Cirurgião Vascular:
|
Claudi
Roberto Ferraz
|
|
Médico
Oftalmologista:
|
Odilon
Trefiglio Neto
|
|
EQUIPE
MÉDICA QUE UTILIZOU AS CÓRNEAS ILEGALMENTE
|
|
Médico
Oftalmologista:
|
Gustavo
Barbosa Abreu
|
|
Médica
Oftalmologista:
|
Sandra
Flávia Almeida Fiorentini
|
|
Médico
Oftalmologista:
|
Odilon
Trefiglio Neto
|
|
|
|
|
|
|
Obs.: Os dados
e informações contidas nesta página se encontram totalmente documentados na
CPI do Tráfico de órgãos, na documentação do Caso Paulinho e na Denuncia
feita a OEA, eu sugiro aos Drs e Dras da medicina que antes de participarem de
um ato cirúrgico grave como retirada de órgãos, examinem a procedência dos
mesmos, para depois não ter seus nomes envolvidos em um crime como foi o Caso
Paulinho! Um médico acima de tudo deve ter ética e respeitar a vida!


Caso Paulinho é denunciado
na OEA
Como todas as tentativas de se
obter justiça no Caso aqui em nosso país se esgotaram - incluso
CPI
do Tráfico de Orgãos - sem resultados, com os médicos e todos os
envolvidos impunes em todos os processos. O Caso foi
denunciado
a OEA - Organização dos Estados Americanos, que aceitou a denuncia.
O que nós esperamos é que o
Caso Paulinho tenha enfim justiça, pois até hoje houve somente "PIZZA"!
01/08/2008
- 15:49
PF abre
mais um inquérito para apurar fraudes em listas de
transplantes no Rio - FONTE: Folha Online
A Delegacia
Federal de Repressão a Crimes Fazendários do Rio de Janeiro
abriu nesta sexta-feira um novo inquérito para apurar
denúncias decorrentes da Operação Fura-Fila, que investiga
fraudes na fila de transplantes de fígado no Estado.
De acordo
com o delegado Giovani Celso Agnoletto, após a operação ter
sido deflagrada, na última quarta-feira (30), a Polícia
Federal recebeu novas denúncias de que o médico Joaquim
Ribeiro Filho, professor da UFRJ e ex-chefe da Rio
Transplantes (hoje Central Estadual de Transplantes), teria
cobrado para realizar transplantes.
Segundo uma
das denúncias, ele teria cobrado R$ 150 mil por um
procedimento. Como a família não tinha dinheiro, o paciente,
que estava na fila de transplantes, não pôde passar pela
cirurgia e acabou morrendo.
Investigação
De acordo
com as investigações da PF (Polícia Federal) e a denúncia do
Ministério Público Federal, Ribeiro Filho, que era
credenciado ao sistema nacional de transplantes, colocava na
frente de pessoas que estavam no topo da lista de doações
pacientes que pagavam a ele taxas que variavam entre R$ 200
mil e R$ 250 mil. Ele e outros quatro médicos suspeitos de
participar do esquema foram denunciados à Justiça por
peculato --apropriação ilegal de recursos.
A advogada
de Ribeiro Filho negou o envolvimento do médico no esquema e
afirmou que ele é vítima de perseguição por denunciar
suposta precariedade do sistema de saúde do Rio. "O doutor
Joaquim é um médico muito experiente, um dos mais reputados
na área de transplante, mas é muito combativo. Ele vem
denunciado a precariedade da saúde no Rio e, com isso,
angariando inimigos", afirmou a advogada Simone Kamenetz.
Transplantes
Após a
operação, o Ministério da Saúde informou, por meio de nota,
que determinou a concentração de todos os transplantes de
fígado do Estado do Rio no Hospital Geral de Bonsucesso
(zona norte do Rio).
Em 2007, o
SUS (Sistema Único de Saúde) realizou 15.857 transplantes de
órgãos, sendo deles 971 de fígado.
|
31/07/2008
Justiça
nega habeas corpus a médico suspeito por fraude em fila de
transplantes - Jorn. Luisa Belquior - Colaboração para Folha
Online - Rio
A Justiça
Federal negou nesta quinta-feira habeas corpus para o médico
Joaquim Ribeiro Filho, suspeito de comandar esquema de venda
de lugares na fila de transplantes de fígado no Rio,
desarticulado em operação da Polícia Federal na manhã de
ontem (30) no Rio. Ribeiro Filho foi preso durante a
operação, batizada de Fura-Fila.
De acordo
com denúncia do Ministério Público Federal à Justiça, o
médico emitia laudos falsos e enganava funcionários da
central de transplantes do Rio para conseguir tirar fígados
que iriam para pacientes no topo da lista do Sistema
Nacional de Transplantes no Rio. Em troca de pagamentos que
alcançavam R$ 250 mil, o médico transplantava o órgão
desviado em pacientes que pagavam a taxa, segundo a
denúncia.
A juíza
federal Andréa Cunha Esmeraldo negou o pedido de habeas
corpus feito pelos advogados de Ribeiro Filho. No entanto,
ela estabeleceu um prazo de 48 horas para que a 3ª Vara
Criminal Federal do Rio, que decretou a prisão preventiva do
médico, preste informações sobre a decisão. Com as
informações, segundo o TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª
Região, o caso será julgado novamente.
"Como não
disponho de todos os documentos mencionados pelo Ministério
Público Federal, por cautela, cumpro prestigiar a decisão
[...] que analisou a questão a partir dos elementos que lhe
foram apresentados, para firmar sua convicção", argumentou a
juíza.
A defesa de
Ribeiro filho alegou que Ribeiro Filho era réu primário com
bons antecedentes e residência fixa, além de ter colaborado
com as investigações da Procuradoria sobre o caso.
Procurada
pela Folha Online, advogada de Ribeiro Filho, Simone
Kamenetz, não foi encontrada para comentar a decisão da
Justiça de negar o habeas corpus. Ontem, Kamenetz negou
envolvimento do médico na suposta fraude e afirmou que ele é
vítima de perseguição por denunciar suposta precariedade do
sistema de saúde do Rio.
"O doutor
Joaquim é um médico muito experiente, um dos mais reputados
na área de transplante, mas é muito combativo. Ele vem
denunciado a precariedade da saúde no Rio e, com isso,
angariando inimigos", afirmou a advogada.
|
30/07/2008
Médico
suspeito de furar fila de transplantes falsificava laudos e
enganava funcionários - Jorn. Luisa Belquior - Colaboração
para Folha Online - Rio
O médico
Joaquim Ribeiro Filho, acusado de chefiar suposto esquema de
venda de lugares na fila de transplantes de fígado no Rio,
emitia laudos falsos e enganava funcionários da central de
transplantes do Rio para conseguir tirar fígados de
pacientes que estavam no topo da lista para recebê-los,
segundo denúncia feita pelo Ministério Público Federal à
Justiça contra o grupo.
O esquema
foi desarticulado na manhã desta quarta-feira em operação da
Polícia Federal denominada Fura-Fila. Ribeiro Filho, que
tinha mandado de prisão expedido, foi preso em sua casa, em
Laranjeiras (zona sul do Rio).
Para
conseguir burlar a fila dos transplantes, Ribeiro Filho agia
de duas formas, de acordo com o procurador Marcello Miller,
autor da denúncia. Em uma delas, dava falso atestado de que
um órgão humano era marginal --ou inadequado-- quando, na
verdade, estava apto a ser transplantado. Dessa forma,
desviava esse órgão para pacientes que pagavam taxas.
"Quando ele
foi coordenador da central de transplantes do Rio, adotou
entendimento que o órgão marginal podia ser destinado pela
própria equipe, e isso não existe", disse.
Em outra
frente, segundo Miller, o médico monitorava fígados que
chegavam ao Rio e dizia aos funcionários da Central de
Transplante que levaria o órgão para o primeiro paciente da
fila. A própria equipe de Miller envolvida no esquema pegava
o órgão e o transplantava para os pacientes que haviam
furado fila. "Ele induzia a central a acreditar que estava
pedindo o órgão na qualidade de chefe do hospital da UFRJ
para um paciente que era o primeira da lista".
Durante as
investigações, escutas telefônicas autorizadas pela Justiça
monitoraram conversas de médicos que diziam saber da prática
criminosa mas não poder fazer nada para desarticular o
esquema, segundo Miller.
Com
documentos apreendidos hoje em nove mandados de busca e
apreensão cumpridos pela Polícia Federal, Miller disse que
vai agora procurar mais casos de transplantes feitos através
da suposta fraude e outros médicos que podem ter participado
do esquema.
Mudanças
Amanhã, o
diretor de Atenção Especializada do Ministério da Saúde,
Alberto Beltrame, se reunirá no Rio com o secretário
Estadual de Saúde, Sérgio Cortes, para discutir a nova
determinação do ministério de concentrar todos os
transplantes de fígado do Rio apenas no HGB (Hospital Geral
de Bonsucesso). A medida foi anunciada nesta quarta-feira e
aconteceu em decorrência da suposta fraude desarticulada na
operação Fura-Fila, de acordo com o ministério.
Atualmente,
três unidades são credenciadas para esse tipo de transplante
no Rio: o HGB, o hospital de Itaperuna, o hospital da UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro) e a clínica São
Vicente, na Gávea (zona sul). O médico Joaquim Ribeiro
Filho, foi chefe do setor de transplantes hepáticos do
hospital da UFRJ, além de coordenador do Rio Transplantes,
órgão do governo estadual do Rio que administra as doações.
Em
sindicância para investigar supostas irregularidades da
equipe, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio chegou a
afastar o grupo, mas, segundo o subsecretário jurídico da
secretaria, Paulo Henrique di Masi, os médicos conseguiram
na Justiça liminar para se manter no hospital.
Apesar de
pertencer ao hospital da UFRJ, Ribeiro Filho realizava os
transplantes irregulares na clínica São Vicente, a única
unidade privada credenciada para a operação no Rio. Fazia
isso para obter lucro dos reembolsos pagos aos planos de
saúde nos transplantes da clínica, segundo as investigações
da Polícia Federal.
"A
quadrilha passou a desviar órgãos de pacientes que deveriam
ser operados no hospital do Fundão para uma clínica
particular [São Vicente], em troca de pagamento de
honorários recebidos diretamente pelos pacientes ou através
de planos de saúde", diz a PF, em nota.
Nesta
tarde, a clínica São Vicente divulgou nota em que nega
qualquer irregularidade ou envolvimento no suposto esquema
criminoso
Esquema
Ribeiro
Filho, que era credenciado ao sistema nacional de
transplantes, colocava na frente de pessoas que estavam no
topo da lista de doações pacientes que pagavam a ele taxas
que variavam entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, conforme as
investigações. Ele e outros quatro médicos suspeitos de
participar do esquema foram denunciados à Justiça por
peculato --apropriação ilegal de recursos.
|
OEA: P-893-07
- Peço por gentileza que anexem este e-mail ao
processo referido.
Acompanhei atentamente pela
imprensa o caso Joaquim Ribeiro Filho. Apesar de o MPF saber que o médico
vendia fígado fora da fila desde 2003, estranhamente, depois de várias
mortes causadas pelo desvio de fígados, a prisão do acusado só foi decretada
agora, 4 anos depois. Mas de qualquer forma, ele foi preso, ainda que nas
próximas horas já esteja livre novamente.
No caso Paulinho, não só eram
vendidos órgãos fora da fila, como também eram resultados de homicídios em
leitos de UTI, como ficou provado em pelo menos 9 casos. Além disso, a
central que extraia estes órgãos sequer era reconhecida pelo Ministério da
Saúde (conforme tenho gravação da assessora de imprensa do Ministério
confirmando). Como se não bastasse, as córneas eram comercializadas no
Instituto Penido Burnier em Campinas, que sequer possuía autorização para
realizar tais procedimentos, bem como os médicos que também não eram
autorizados. Uma quadrilha de proporções incalculáveis.
Pois bem. O Ministério Público
Federal tem agora a obrigação de esclarecer por que no caso Paulinho, não
foi requerida a prisão de nenhum dos acusados?
Por que os médicos que mataram
Paulinho, foram e estão sendo protegidos pelas autoridades brasileiras?
Por que o processo de
homicídio, no site da justiça federal em Belo Horizonte consta como
estelionato?
Por que esta proteção?
Como uma equipe que matava
pacientes para retirar órgãos e comercializá-los não teve qualquer pedido de
prisão preventiva, dando a eles a possibilidade de falsificar documentos e
forjar laudos?
Qual o critério adotado pelo
MPF para determinar a prisão preventiva?
A Associação Brasileira de
Transplantes de Órgãos, que dizia não existir no Brasil venda de órgãos de
maneira sistemática, manifestou-se sobre o caso. Valter Duro Garcia
demonstrou sua primeira preocupação:
O presidente da ABTO
(Associação Brasileira de Transplante de Órgãos), Valter Garcia, afirma que
a suposta fraude no Sistema Nacional de Transplantes deve reduzir o número
de doações pela metade.
SUPOSTA FRAUDE! E continua...
Em entrevista
concedida nesta quinta ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, o
presidente da ABTO disse que a
associação tinha
dúvidas quanto ao respeito à seqüência da fila do sistema de transplantes,
mas que considerava difícil ocorrer fraudes. Garcia
afirma que a lista de candidatos a um órgão é feita por meio de software e
segue rigorosamente os critérios de classificação.
Nunca, em nenhuma entrevista, a
ABTO manifestou desconfiança quanto à lista de transplantes. Tenho inclusive
reportagens e entrevistas onde membros da ABTO disseram-se indignados quando
o Tribunal de Contas da União revelou que o software utilizado para o
controle das listas era frágil e sujeito a fraudes. Defenderam o sistema com
unhas e dentes. Mas não preciso recorrer às entrevistas do passado. Basta
verificar esta mesma entrevista onde o presidente reafirma:
"Garcia afirma que a lista
de candidatos a um órgão é feita por meio de software e segue rigorosamente
os critérios de classificação."
E assim continuar a
entrevista, como se o brasileiro fosse um completo ignorante:
Segundo ele, o sistema é
"muito bom",
porque mais de
90%
dos transplantes são feitos em pacientes do
Sistema Único de Saúde (SUS). "O sistema hoje é baseado na gravidade que se
encontra o paciente, não no tempo de espera" diz.
Vamos esclarecer: Os médicos
que fazem tráfico de órgãos sistemático, envolvendo dezenas de
profissionais, cobram o transplante do Sistema Único de Saúde e de forma
particular do receptor do órgão, como ficou provado neste caso.
Estranhamente, o MPF desconsidera a existência da venda do órgãos (tráfico
de órgãos), e processa os envolvidos por fraudes financeiras. Desta forma, é
natural que 90% sejam realizados pelos, o que não impede que fora dele
também exista comercialização, como está se provando agora.
O que chama a atenção é que em
2006, o TCU, após realizar uma auditoria complexa (que o Ministério Público
Federal deveria ter feito a muito tempo), constatou a inexistência da fila
de transplantes no Brasil. E a comunidade transplantista e o Ministério da
Saúde classificaram a auditoria como um grave desserviço à sociedade.
É interessante lembrar o
passado. Valter Duro Garcia, quando o caso Paulinho veio a tona, foi
escalado pelo Ministério da Saúde para me ouvir em um flat em São Paulo. Eu
não sabia na época, que se tratava de um membro da ABTO, e passei todas as
informações que tinha na época, que eram poucas. Hoje, Valter Duro Garcia
é TESTEMUNHA DE DEFESA dos acusados de matarem meu filho. É preocupante que
alguém com este perfil diga a sociedade que o sistema de transplantes é
"muito bom".
Aproveito para lembrar as
palavras de JOSÉ OSMAR MEDINA PESTANA, em um parecer oficial da ABTO sobre a
instalação da CPI do TRÁFICO DE ÓRGÃOS:
"A realização do transplante na forma
clandestina é praticamente impossível por ser obrigatoriamente realizado em
um edifício de hospital especializado, altamente diferenciado, com a
participação de pelo menos vinte profissionais também especializados para
atender as exigências técnicas envolvidas no procedimento do transplante e
no cuidado pós-operatório." (José Osmar Medina Pestana)
No caso Paulinho, a central era
completamente clandestina e o Presidente da ABTO hoje, é testemunha de
defesa de ÁLVARO IANHEZ que controlava esta central.
No caso Joaquim Ribeiro Filho,
era sabido que clínicas alugavam suas salas para a realização de tais
cirurgias criminosas. Nestas cirurgias, acontecia a venda de fígado para
pacientes fora da fila.
"No Brasil, a lei é mais rigorosa e o
programa brasileiro de transplantes tem organização exemplar sendo
reconhecido como o maior programa público do mundo e com eficiência
semelhante ao que acontece no programa nacional de tratamento de portadores
de HIV positivo." (José Osmar Medina Pestana)
RECONHECIDO COMO O MAIOR PROGRAMA PÚBLICO
DO MUNDO! Com a ajuda do Ministério Público Federal que não denuncia
NINGUÉM por vender órgãos, é também o MAIOR PROGRAMA PÚBLICO DE
IMPUNIDADE! Sendo assim, é provável que o Brasil tenho o regime
presidencialista MENOS CORRUPTO DO MUNDO. E olha que o MUNDO é muito
grande!
"A
população brasileira confia neste sistema e somente de 30% a 40% das
famílias negam a doação de órgãos. No caso do transplante com doador
vivo, a lei é bastante restrita e permite a doação dentro da família com
cônjuges e parentes de até 4o grau, que incluem pais, irmãos, tios,
avós, filhos, primos (filho de tios maternos ou paternos) e sobrinhos.
Para se fazer um transplante com doador não aparentado é necessário
uma autorização judicial para evitar a ocorrência de comercialização de
órgãos. O envolvimento de um juiz neste processo exime o médico da
função investigatória, para a qual ele não é treinado. Esta lei
condena a comercialização de órgãos e qualquer pessoa envolvida neste
tipo de atividade ilícita esta sujeito à pena de três a oito anos de
prisão." (José Osmar Medina Pestana)
Medina esqueceu de dizer que nesta
autorização judicial, é o Ministério Público encarregado de garantir que
não há transação comercial, mas que até hoje, nenhum caso foi vetado,
inclusive os transplantes de fígados realizados ilegalmente no Rio de
Janeiro. Assim, Medina ressalta que os médicos não se preocupam se estão
fazendo algo ilegal ou não, já que a obrigação de definir isto é das
autoridades, e não dos médicos.
Podemos
afirmar que, no Brasil, não ocorre tráfico de órgãos ou comércio de
órgãos. (José Osmar Medina Pestana)
Medina tem razão. Não existe tráfico de
órgãos no Brasil, e as denúncias do MPF comprovam isso. No Brasil existe
a troca de dinheiro por um lugar na fila que vem acompanhado de um
órgão. Além disso, não existe hoje no Brasil qualquer denúncia contra
qualquer médico com base no artigo 15 da lei 9.434/97 (tão rigorosa),
que prevê pena de reclusão para quem compra, vende ou intermedia
negociações a cerca de um órgão. E continuará assim.
Para finalizar, Medina conclui seu
parecer evidenciando duas coisas importantes:
"Como
não existe irregularidade sistemática, os casos suspeitos poderiam ficar
no âmbito do Ministério Público não se justificando a instalação de CPI
- que pela repercussão que vai conferir a supostos casos isolados
poderia macular a confiança popular no programa brasileiro de
transplantes, causando, temporariamente, enorme desserviço aos pacientes
que necessitam de transplantes." (José Osmar Medina Pestana)
1. Este parecer foi divulgado em 11 de
dezembro de 2003, pouco antes da instalação da CPI. O caso Joaquim
Ribeiro Filho já era de conhecimento público, e Medina insistia em
afirmar que não existe irregularidade sistemática.
2. É estranho notar que os envolvidos com
transplantes sempre solicitam que os casos fiquem no "âmbito do
Ministério Público", dizendo inclusive que a CPI não deveria ser
instalada. Estranho também que a mesma opinião tenha o Ministério
Público Federal que enviou e-mail para o presidente da CPI pedindo para
que a mesma não fosse instalado.
PEÇO ATENÇÃO ESPECIAL AOS PAIS
QUE PERDERAM SEUS FILHOS EM ACIDENTES DE AUTOMÓVEL, OU FORAM VÍTIMAS DA
VIOLÊNCIA DAS RUAS BRASILEIRAS, ESTE ÚLTIMO, REFLEXO DA IMPUNIDADE.
Para finalizar, devo mostrar o que a
imprensa vem fazendo para defender os transplantes de órgãos, bem como
alguns setores da sociedade. No Jornal O GLOBO de 30/07/2008, após
divulgar a prisão do médico, o jornal cita o depoimento do presidente do
Grupo Otimismo de Apoio a Portadores de Hepatite B e C. O tal
presidente, Carlos Varaldo afirma que está preocupado com a LEI SECA,
pois com a diminuição
do número de mortos, houve a queda na doação de órgãos.
"Não
sou contra a lei, muito pelo contrário. Mas é fato que houve a queda no
número de acidentes e isso diminui a chance de captação de órgãos.
Tivemos queda de 50% em julho."
"Com
esta notícia (da prisão do traficante de órgãos), as doações serão ainda
mais difíceis. Hoje, o melhor para um paciente do RIO é buscar ajuda nos
programas de transplantes de outros estados. No Rio, não é mais uma
lista de espera; é uma lista da morte."
Está explicado por que é tão necessário
que morram milhares de brasileiros todos os anos, seja por acidente ou
vítima dos menores armados nos faróis de trânsito. Os transplantes não
podem parar. Aquilo que foi criado para aproveitar a morte de algém para
salvar uma vida, tornou-se um comércio tão fabuloso que alguns se
preocupam com leis que visam proteger a vida. O transplante de órgãos
transformou a sociedade. Alguns defendem a venda abertamente,
independentemente dos problemas que isso possa causar à outros. VALE
TUDO POR UM ÓRGÃO!
Agora, o louco, o maluco, o idiota Paulo
Pavesi, exige uma resposta objetiva:
PORQUE OS MÉDICOS DE POÇOS DE CALDAS QUE,
ALÉM DE VENDEREM ÓRGÃOS E CONTROLAREM FILAS PARALELAS DE TRANSPLANTES,
AINDA MATAVAM PACIENTES EM UTI, E NUNCA TIVERAM PRISÃO PREVENTIVA
DECRETADA?
QUAL O CRITÉRIO? SERÁ QUE O FATO DE
ÁLVARO IANHEZ SER IRMÃO DE UM MEMBRO DA ABTO FEZ DIFERENÇA?
O PRÓPRIO MINISTÉRIO PÚBLICO AFIRMOU
EXISTIR DOCUMENTOS FALSOS NO PRONTUÁRIO DO PAULINHO, QUE SÓ FORAM
FALSIFICADOS PORQUE NINGUÉM FOI PRESO. AO CONTRÁRIO, CONTINUARAM
TRABALHANDO NORMALMENTE CAUSANDO OUTROS HOMICÍDIOS COMO REVELOU O
RELATÓRIO FINAL DA CPI. POR QUE NINGUÉM FOI PRESO? POR QUE DEPOIS DE 9
HOMICÍDIOS, TODOS RESPONDEM EM LIBERDADE?
POR QUE UM PRESIDENTE DA ABTO QUE DIZ NÃO
HAVER PROBLEMAS NO SISTEMA DE TRANSPLANTES, SE TORNA TESTEMUNHA DE
DEFESA DE UM ACUSADO DE MATAR UM CRIANÇA DE 10 ANOS?
Na próxima quarta-feira, estarei em ROMA
gravando um documentário para uma produtora italiana, onde vou relatar o
que está acontecendo ai. Espero que o Ministério Público Federal me
responda antes desta data, ou poderei admitir mais uma vez que omissão
do Ministério Público é algo comprovado, mais uma vez.
Paulo Pavesi

O Governo Italiano
Concedeu Hoje, Dia 18/09/08, Asilo Político Ao Cidadão Brasileiro Paulo Pavesi.
No Brasil é
impossível conseguir justiça para o Caso Paulo Veronesi Pavesi, o pai de
Paulinho teve sua vida aqui transformada em um verdadeiro inferno, além da CPI
do Tráfico de Órgãos ter "virado pizza" e nenhum envolvido foi processado. Paulo
Pavesi, sim foi processado e depois absolvido por calúnia e difamação. Tendo que
dispor de todos os seus bens materiais para custear o acompanhamento da CPI e na
contratação de advogados, foi ameaçado e perseguido pela Máfia do Transplante de
Órgãos que existe no Brasil a qual o governo tenta rolar para "Baixo do Tapete",
mas desta vez o tiro saiu pela culatra e além da Denúncia Contra o Governo
Brasileiro ter sido aceita pela OEA, os órgãos da Imprensa Européia começam a
divulgar o Caso Paulinho, dando repercusão Internacional. Está sendo filmado um
documentário sobre o Caso e foram feitas várias entrevistas para a imprensa
Européia.
Como sabemos
que a nossa imprensa local não irá divulgar este acontecimento, nós das Ongs e
Movimentos que lutam para mudar este país faremos a divulgação! Segue abaixo uma
cópia do email do Paulo Pavesi comunicando a concessão do Asilo Político pelo
Governo Italiano e também o link para um dos Jornais Italianos que já está
divulgando o caso.
Email do Dia 18/09/08 de
Paulo Pavesi:
“Acabo de receber a notícia que sou o mais novo asilado brasileiro no mundo.
Após uma audiência de apenas 2 horas, o governo italiano reconheceu a gravidade
do caso e os abusos praticados pelo governo brasileiro nestes últimos 8 anos, e
os e-mails enviados por vocês foram de grande importância. Não foi preciso mais
que 2 horas para que o governo italiano percebesse o que o governo brasileiro
vem fazendo nestes últimos 8 anos. 2 horas de audiência bastaram para ressarcir
8 anos de completo bloqueio a que fui submetido. Agora tenho o “permesso” para
viver na Itália por no mínimo 3 anos. Neste período eu não posso retornar ao
Brasil, mas posso ir para qualquer canto do mundo. Agora, devo levar o fato para
a OEA e fazer com que o Brasil pague pela impunidade que tanto faz questão de
manter. Aqui na Europa já saíram matérias sobre o meu caso, gravei um
documentário e já tenho um contato com uma importante emissora de tv que quer
fazer uma matéria sobre o Paulinho e a proteção que o governo brasileiro está
dando a estes criminosos."
Link
para ler a reportagem do Jornal Italiano:
http://www.nuoveschiavitu.it/archivio/notizie/2008/09/05-12_01.shtml
Segunda
Feira dia 22 de setembro de 2008, os Jornais Italianos: Reggio Emilia, Bologna,
Modena Sassuolo e Roma, além dos jornais eletrônicos na internet começam a
divulgar o "Caso Paulinho" e o Asilo Político concedido ao Paulo Pavesi, citam a
CPI que terminou em "nada" mesmo com a existência de volumosa documentação
comprovando o caso. Canais de TV estão também dando destaque a notícia, com
entrevistas e documentários.



Ao Governo
Brasileiro digo: "Vocês deveriam ter lavado a roupa suja em casa, agora virá a
amarga experiência de ver sua roupa suja divulgada e discutida
Internacionalmente, isso será ótimo para a imagem do Brasil!"
Elizabeth
Metynoski

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do Impossivel - Aline Barros