Ozires Del Corso

Osíris Del Corso, 22 anos, e sua namorada Monik Pegorari, 23 anos, foram baleados no Morro do Boi, na praia de Caiobá, em Martinhos - PR,em 31/01/2009 .

Segundo a estudante Monik, o casal, foi levado até o local por um falso guia que tentou assaltá-los verificou que não possuiam uma quantia satisfatória. Então, tentou estuprá-la e o namorado, Osíris Del Corso, tentou defendê-la sendo baleado no peito e a moça atingida por duas balas que se alojaram na coluna e próxima ao pulmão. Osíris Del Corso morreu na hora. Mesmo atingida Monik foi violentada algumas horas depois.

O casal só foi socorrido 24h depois do ocorrido pelo pai de Osíris Del Corso. A jovem foi levada em estado grave para o Hospital, onde realizou uma delicada cirurgia para retirar as duas balas. Durante este trajeto a jovem se manteve consciente e descrevendo o criminoso. Monik Pegorani ficou tetraplégica.

O suspeito, Juarez Ferreira Pinto, preso em 17 de fevereiro e reconhecido por Monik., estava em reclusão aguardando o julgamento.

Cinco meses depois do crime do Morro do Boi, ocorrido em 31 de janeiro, em Matinhos, no litoral do Estado, o caso teve uma reviravolta em 30/06/2010. Paulo Delci Unfried , foi preso e confessou ter matado o estudante Osíris Del Corso e baleado Monik Pergorari Lima. O principal suspeito, até então, era Juarez Ferreira Pinto, preso em 17 de fevereiro e reconhecido por Monik. 

Unfried foi preso depois de invadir uma casa e violentar uma mulher, no balneário de Betaras, em Matinhos, na noite de 24/06/2010. Com ele foram encontradas duas armas, um revólver calibre 38 e uma garrucha calibre 22. A polícia realizou um exame de balística e comprovou que o tiro que matou o estudante partiu da arma apreendida com Unfried. Com a comprovação, o preso teria confessado a autoria do crime.

 

Porém meses depois Paulo Delci Unfried voltou atrás e disse que confessou o crime sobre tortura.

 

Em fevereiro, Juarez Pinto foi condenado a 65 anos e cinco meses de prisão. Inicialmente ele deverá cumprir a pena em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade. A decisão foi proferida pelo juiz substituto da Vara Criminal de Matinhos, Rafael Luís Brasileiro Kanayama.

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