Pollyana Cristina de Castro

Polyana tinha 8 anos e foi assassinada em Jandira-São Paulo dia 21/12/2008. Ela sofreu violência sexual e foi morta por traumatismo craniano. O acusado pela morte de Polyana é o padrasto da menina que foi preso. A mãe da menina também foi presa por suspeita de ter planejado o assassinato da própria filha. Os pais da menina tinham um relacionamento conturbado e ele não assumiu paternidade. Procurado pela imprensa ele não quis gravar entrevista e disse que não queria saber desse problema.

 

A mãe e o padrasto acusados de matar a menina, mobilizaram toda a cidade de Jandira, na Grande São Paulo, afirmando que Pollyana estava desaparecida. Por volta de umas 22h de sábado, os dois saíram correndo pela rua, gritando que haviam levado a filha. Bateram em todas as portas para perguntar se ela não estava lá. Podiam ser atores profissionais - indigna-se o operador de máquina José Moreira Sielbra, de 54 anos. A história emocionou a cidade. Muitos vizinhos ajudaram por horas nas buscas pela vizinhança. Cartazes com a foto da menina e telefones para informações foram espalhados por todo o centro. Estabelecimentos comerciais colocaram carros de som para percorrer as ruas e pedir pistas sobre o paradeiro de Polyana. Na tarde de quarta-feira, antes do corpo ser achado, a mãe e o padrasto deram uma entrevista à TV Bandeirantes, onde choravam e pediam encarecidamente que devolvessem a garota. Ela já estava morta. 

O padrasto da vítima, o ajudante Joel Marques Muniz de Oliveira, de 25 anos, confessou ter dado duas facadas na criança em 21/12/2008, com a ajuda da mãe de Polyana, a cantora Joseli de Castro, de 28 anos. Joseli nega ter participado do homicídio, mas Joel afirma que foi ela quem lhe deu as duas facas para cometer o crime. As armas não foram encontradas pela polícia.

O corpo de Polyana já em decomposição foi encontrado em 24/12/2008, por um aposentado de 56 anos, que colhia capim para alimentar sua criação de coelhos em um terreno baldio na Rua Francisco José Longo, no bairro do Sagrado Coração, em Jandira. Acionada pelo aposentado, a Polícia Militar verificou que o corpo foi colocado em um local de difícil acesso.  A criança estava com roupas, mas sem calcinha.

A mãe de Polyana,  registrou o desaparecimento da filha. Na versão da mãe, a criança desapareceu por volta das 21h de sábado, depois de ter saído de casa para esperar a volta do padrasto, que teria saído para comprar pizza. Joseli disse que procurou a menina nas cercanias de sua casa e não a encontrou.

Joel Marques Muniz de Oliveira e Joseli de Castro prestavam na quarta-feira depoimento sobre o desaparecimento de Polyana Crsitina de Castro na delegacia, quando foram informados que o corpo da criança tinha sido encontrado pela polícia. Neste momento, Joel confessou que o crime foi cometido por ele, com a ajuda de Joseli, na madrugada de domingo. Ele disse que deu duas facadas em Polyana e contou que Joseli foi quem pegou duas facas para matá-la.

Os investigadores começaram a desconfiar do casal durante os depoimentos, especialmente pela frieza da mãe ao falar da menina. Para a polícia, a menina foi morta porque atrapalhava o relacionamento do casal. 
O casal está preso, aguardando julgamento e é acusado de homicício qualificado. Joel está na cadeia pública de Carapicuíba. Joseli está presa na cadeia feminina de Jandira.

O julgamento não tem data prevista.

 


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