Raphael Alves Franco

Raphel, estudante de 15 anos, havia ido com seu pai e avó passar o fim de semana em Piraí - RJ, na casa que sua família possuia no local, pois moravam em Pavuna - RJ. Ao chegar na casa seu pai foi descarregar o carro e sua avó começou a arrumar as coisas na cozinha, Raphael foi a panificadora comprar pão e quando voltou estava com este menor, que encontrou no caminho. Ele disse ao pai que o menor pediu um remédio para dor de cabeça e o pai disse para pedirem para a avó. Eles entraram e foram ao quarto de Raphael, logo se ouviu o tiro. O pai do Raphael correu para dentro e no caminho encontrou o menor saindo, que ao passar por ele, disse: - Vá ver seu filho agora. Quando o pai de Raphael entrou no quarto o viu caido no chão sangrando, mesmo socorrido não resistiu e logo faleceu, assassinado brutalmente com um tiro de calibre 38 na nuca por um menor de 16 anos (Bruno Alcântara de Lima), dentro da sua própria residência na véspera do aniversário de seu pai. O acusado alegou ser um acidente, mas alguns dias antes do ocorrido, Raphael veio contar ao pai que este menor havia lhe oferecido para entrar no mundo das drogas e ele recusou, seu pai lhe aconselhou a ficar longe do mesmo.

 

Decisão: TJRJ-Comarca de Piraí-RJ - Tendo em vista o atingimento da maioridade civil do adolescente, conjugado com o seu desempenho às folhas 210/215, qualquer medida sócio educativa mostra-se desnecessária e inaplicável, pelo que determino o arquivamento do feito diante da perda de seu objeto, o que contou com o aval do MP, razão pelo qual julgo extinto o feito.

 


 

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